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População ganha novas terapias

Conquista. Esse foi o sentimento dos profissionais que trabalham com terapias complementares após a decisão do Ministério da Saúde de disponibilizar dez novas práticas integrativas que passam a ser oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em todas as capitais brasileiras.

A decisão foi comunicada durante a abertura do 1º Congresso Internacional de Práticas Integrativas e Saúde Pública. “O Brasil passa a contar com 29 práticas integrativas pelo SUS. Com isso, somos o país líder na oferta dessa modalidade na atenção básica. Essas práticas são investimento em prevenção, para evitar que as pessoas fiquem doentes”, ressaltou o ministro Ricardo Barros.

As dez novas práticas que passam a ser incorporadas ao SUS são: apiterapia, aromaterapia, bioenergética, constelação familiar, cromoterapia, geoterapia, hipnoterapia, imposição de mãos, ozonioterapia e terapia de florais.

Em Belo Horizonte, o SUS disponibiliza acupuntura, homeopatia, medicina antroposófica, lian gong em 18 terapias e terapia comunitária integrativa.

Segundo Luzia Toyoko Hanashiro, instrutora e coordenadora de lian gong pela Secretaria Municipal de Saúde, a prática foi introduzida em 2007 e, atualmente, acontece em 179 locais, sendo 135 centros de saúde e 44 academias, centros de reabilitação, de convivência e de saúde mental e dez parques, entre eles o Américo René Giannetti (Municipal) e a praça da Liberdade. A equipe é formada por 248 profissionais da saúde, e mais de 10 mil praticantes já foram beneficiados desde sua implantação.

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