{"id":27092,"date":"2023-01-17T10:59:45","date_gmt":"2023-01-17T13:59:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.federassantas.org.br\/novosite\/?p=27092"},"modified":"2023-01-17T19:09:52","modified_gmt":"2023-01-17T22:09:52","slug":"covid-19-por-que-a-pandemia-esta-longe-de-terminar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.federassantas.org.br\/novosite\/covid-19-por-que-a-pandemia-esta-longe-de-terminar\/","title":{"rendered":"COVID-19: por que a pandemia est\u00e1 longe de terminar"},"content":{"rendered":"<p><strong>O coronav\u00edrus praticamente desapareceu do debate p\u00fablico &#8211; mas ainda est\u00e1 causando mortes<\/strong><\/p>\n<p>No final de outubro de 2022, epidemiologistas e especialistas em doen\u00e7as infecciosas de todo o mundo come\u00e7aram a observar uma tend\u00eancia preocupante.<\/p>\n<p>Segundo o epidemiologista brit\u00e2nico Adam Kucharski, estava em andamento uma nova onda de covid-19, que vinha passando quase despercebida. Os picos alarmantes de mortes e hospitaliza\u00e7\u00f5es por covid-19, que todos n\u00f3s observamos durante os dias sombrios de 2020 e 2021, foram substitu\u00eddos por uma implac\u00e1vel sucess\u00e3o de mortes di\u00e1rias.<\/p>\n<p>Vamos tomar um exemplo. No dia 21 de dezembro de 2022, houve 133 mortes relacionadas \u00e0 covid-19 na Inglaterra, segundo o governo brit\u00e2nico. Este n\u00famero pode ser considerado pouco significativo em compara\u00e7\u00e3o com 2020, quando as pessoas morriam aos milhares devido ao v\u00edrus. Na mesma semana, 2.919 pessoas morreram de covid-19 nos Estados Unidos. Mas, como salientou Kucharski, mesmo os baixos \u00edndices de mortes podem acumular-se ao longo do tempo, at\u00e9 atingirem um n\u00famero surpreendente, \u00e0s vezes assustador.<\/p>\n<p>O mesmo banco de dados indica que, em todo o ano de 2022, 46.099 pessoas morreram de covid-19 na Inglaterra. O n\u00famero est\u00e1 abaixo das 75.240 mortes ocorridas em 2020 ou das 74.558 mortes de 2021, mas ainda \u00e9 mais do que a maioria de n\u00f3s poderia esperar.<\/p>\n<p>Em termos de compara\u00e7\u00e3o, durante uma temporada de influenza particularmente forte, cerca de 30 mil pessoas podem morrer de gripe e pneumonia em todo o Reino Unido.<\/p>\n<p>\u00c9 muito dif\u00edcil comparar os dados de diferentes pa\u00edses ao longo dos anos em n\u00edvel global. Os meios e crit\u00e9rios de determina\u00e7\u00e3o do que conta como morte por covid v\u00eam variando muito. Mas a OMS re\u00fane os n\u00fameros de mortes por covid informados por cada pa\u00eds, individualmente. Estes dados podem dar uma ideia da escala da pandemia.<\/p>\n<p>Em 2022, pouco mais de 1,215 milh\u00e3o de mortes de covid foram relatadas em todo o mundo. \u00c9 muito menos que os 3,505 milh\u00f5es registrados no ano anterior, mas ainda \u00e9 um n\u00famero de mortes enorme e com boas possibilidades de ser significativamente subestimado com rela\u00e7\u00e3o ao \u00edndice real.<\/p>\n<p>Ainda assim, em muitos corredores do poder &#8211; e at\u00e9 em reda\u00e7\u00f5es jornal\u00edsticas &#8211; de todo o mundo, essas mortes cont\u00ednuas raramente s\u00e3o mencionadas em compara\u00e7\u00e3o com as in\u00fameras outras crises que est\u00e3o acontecendo, como as guerras pelo mundo, o custo de vida e as contas de energia. Mas, em todo o planeta, a covid-19 permanece presente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>&#8216;Fadiga do coronav\u00edrus&#8217;<\/p>\n<p><\/strong>Os cientistas admitem que provavelmente seria necess\u00e1rio acontecer algo dr\u00e1stico, como o impacto de uma nova supervariante, para que isso viesse a mudar. Ou, como diz Kucharski, ficamos t\u00e3o concentrados no pico da curva das mortes relativas \u00e0 covid que acabamos menosprezando o lento crescimento do n\u00famero de mortes e como ele ainda pode acumular-se at\u00e9 somar um \u00edndice muito significativo.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;Vimos isso com a variante delta em 2021&#8221;, afirma Kucharski. &#8220;N\u00e3o foi um pico muito forte, mas foi muito mais longo. Com isso, o n\u00famero total de hospitaliza\u00e7\u00f5es ficou muito pr\u00f3ximo de 2020. Elas apenas foram distribu\u00eddas por um per\u00edodo de tempo muito mais longo, j\u00e1 que o v\u00edrus n\u00e3o estava contagiando a popula\u00e7\u00e3o da mesma forma.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p>A mesma tend\u00eancia foi observada nos Estados Unidos. Cerca de 2 mil a 3 mil americanos ainda morrem de covid-19 todas as semanas. O epidemiologista William Hanage, da Universidade Harvard (EUA), afirma que escreveu aos rep\u00f3rteres de um grande \u00f3rg\u00e3o de imprensa em julho de 2022, informando que, se o n\u00famero semanal de mortes daquela \u00e9poca fosse extrapolado para um ano inteiro, seria equivalente a tr\u00eas temporadas de gripe particularmente devastadoras. Mas este tipo de not\u00edcia n\u00e3o chega mais \u00e0s manchetes com a mesma rapidez.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;Os n\u00fameros realmente s\u00e3o muito altos&#8221;, afirma Hanage. &#8220;Mas uma das coisas que acontecem com os seres humanos \u00e9 que aquilo que \u00e9 constante acaba se tornando parte do dia a dia.&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;N\u00f3s realmente prestamos aten\u00e7\u00e3o quando existem picos muito altos&#8221;, afirma Denis Nash, epidemiologista da Universidade da Cidade de Nova York, nos Estados Unidos. &#8220;Com isso, criou-se uma situa\u00e7\u00e3o em que as pessoas agora prestam menos aten\u00e7\u00e3o ao que est\u00e1 acontecendo, a n\u00e3o ser que exista algo grande refletido nos dados. Mas, quando voc\u00ea come\u00e7a a olhar ao longo do tempo, realmente \u00e9 assustador ver quantas mortes ainda est\u00e3o acontecendo hoje.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p>Para Nash e outros pesquisadores, uma das frustra\u00e7\u00f5es \u00e9 saber que muitas das mortes poderiam ter sido facilmente evitadas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Hesita\u00e7\u00e3o sobre vacinas e refor\u00e7os<br \/>\n<\/strong><br \/>\nPor tr\u00e1s dos in\u00fameros gr\u00e1ficos e ilustra\u00e7\u00f5es nos websites dos governos, \u00e9 surpreendentemente dif\u00edcil penetrar nos n\u00fameros para entender completamente quem ainda est\u00e1 morrendo de covid-19.<\/p>\n<p>A \u00fanica forma de realmente definir a narrativa dessas mortes \u00e9 conversar com os m\u00e9dicos na linha de frente dos hospitais. Segundo William Schaffner, professor de doen\u00e7as infecciosas do Centro M\u00e9dico da Universidade Vanderbilt, em Nashville, no Tennessee (Estados Unidos), as mortes ainda tendem a concentrar-se no mesmo grupo mais vulner\u00e1vel desde os primeiros dias da pandemia.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;As pessoas que estamos vendo hospitalizadas normalmente s\u00e3o idosos ou pessoas mais jovens que s\u00e3o imunocomprometidas, devido a alguma doen\u00e7a ou rem\u00e9dio que suprime o seu sistema imunol\u00f3gico&#8221;, afirma Schaffner. &#8220;S\u00e3o muitos grupos de alto risco.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p>O consultor do Hospital Geral do Norte de Manchester, no Reino Unido, Andrew Ustianowski, apresenta um quadro similar.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;As mortes de que me lembro de ter acompanhado recentemente foram de pessoas com forte imunossupress\u00e3o ou muito fr\u00e1geis, o que causou maior impacto da covid&#8221;, afirma ele. &#8220;Isso nem sempre significa que elas morreram de covid. Elas podem ter contra\u00eddo covid no hospital, mas, na verdade, foi sua doen\u00e7a subjacente que as matou.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p>Muitos m\u00e9dicos acreditam que um dos problemas atuais, que torna esses indiv\u00edduos ainda mais vulner\u00e1veis, \u00e9 a lenta administra\u00e7\u00e3o das vacinas de refor\u00e7o, mesmo nos grupos de alto risco.<\/p>\n<p>As \u00faltimas estat\u00edsticas demonstram que, ao todo, 26 milh\u00f5es de indiv\u00edduos no Reino Unido podem tomar o refor\u00e7o, mas apenas a metade deles j\u00e1 recebeu suas vacinas. Nos Estados Unidos, a demora para tomar o refor\u00e7o \u00e9 ainda mais preocupante. Apenas 29,6% dos norte-americanos com mais de 65 anos de idade receberam a \u00faltima dose.<\/p>\n<p>Existem muitas raz\u00f5es que levam a esta tend\u00eancia, desde problemas no acesso \u00e0s vacinas at\u00e9 a hesita\u00e7\u00e3o alimentada pelas tens\u00f5es pol\u00edticas e desinforma\u00e7\u00e3o. E existe tamb\u00e9m a &#8220;apatia da covid&#8221;, que deixa os pol\u00edticos e o p\u00fablico em geral ansiosos para deixar a pandemia para tr\u00e1s.<\/p>\n<p>Em setembro de 2022, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, chegou a declarar que &#8220;a pandemia acabou&#8221;, enquanto as mensagens de sa\u00fade p\u00fablica foram ofuscadas por outras quest\u00f5es emergentes, como a var\u00edola dos macacos, a poliomielite e a tens\u00e3o sobre os hospitais, causada pelo ac\u00famulo de dois anos de posterga\u00e7\u00e3o de cirurgias.<\/p>\n<p>Mas, embora perder um refor\u00e7o possa ter pouco impacto sobre os indiv\u00edduos relativamente saud\u00e1veis que acumularam imunidade h\u00edbrida de infec\u00e7\u00f5es passadas e vacina\u00e7\u00f5es, as evid\u00eancias v\u00eam demonstrando repetidamente que a prote\u00e7\u00e3o induzida pela vacina desaparece com rapidez entre as pessoas mais vulner\u00e1veis.<\/p>\n<p>Em mar\u00e7o de 2022, um estudo demonstrou que a imunidade cai dramaticamente entre os idosos residentes em casas de repouso depois de apenas tr\u00eas meses.<\/p>\n<p>Os cientistas acreditam que governos e autoridades de sa\u00fade p\u00fablica precisam fazer mais para garantir que as pessoas em maior risco estejam totalmente conscientes da import\u00e2ncia da continuidade das vacinas.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;Meu argumento \u00e9 que o custo cont\u00ednuo da covid deveria ser menor do que estamos tolerando&#8221;, afirma Hanage. &#8220;Podemos certamente reduzi-lo nos Estados Unidos, vacinando melhor as pessoas.&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;A combina\u00e7\u00e3o de falta de aten\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e da fadiga pand\u00eamica fez com que a sociedade trope\u00e7asse na situa\u00e7\u00e3o atual. Conhe\u00e7o pessoas que morreram sem saber que tinham direito a refor\u00e7os de vacina que provavelmente teriam salvado suas vidas&#8221;, segundo ele.<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Proteger os vulner\u00e1veis<br \/>\n<\/strong><br \/>\nComo o impacto atual da covid-19 afeta, ainda mais desproporcionalmente, os mais vulner\u00e1veis, vem se questionando se a sociedade como um todo deveria fazer mais para proteg\u00ea-los e encontrar formas de reduzir o n\u00famero de mortes atual.<\/p>\n<p>Se fossem oferecidos refor\u00e7os de vacina a todas as faixas et\u00e1rias e n\u00e3o apenas aos mais vulner\u00e1veis, poderia haver diferen\u00e7a na interrup\u00e7\u00e3o da transmiss\u00e3o. J\u00e1 a distribui\u00e7\u00e3o de antivirais como Paxlovid, que se acredita ter reduzido a mortalidade, poderia ser mais f\u00e1cil, mais bem dirigida e disseminada em todo o mundo.<\/p>\n<p>Existe tamb\u00e9m o temor de que os anticorpos monoclonais &#8211; prote\u00ednas cultivadas em laborat\u00f3rio que suplementam o sistema imunol\u00f3gico do corpo -, como o Regen-Cov da Regeneron e o coquetel de anticorpos Evusheld da AstraZeneca, estejam perdendo rapidamente a efic\u00e1cia contra as variantes mais novas.<\/p>\n<p>Acredita-se que esses anticorpos tenham salvado a vida de muitas pessoas com sistemas imunol\u00f3gicos comprometidos.<\/p>\n<p>Como resultado, Hanage afirma que as variantes emergentes, como a BQ 1.1 (subvariante da \u00f4micron), embora possam ter pouco impacto em n\u00edvel populacional, provavelmente contribuir\u00e3o para a estabilidade do n\u00famero atual de mortes entre os mais vulner\u00e1veis.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;Parece muito claro que as terapias com anticorpos monoclonais para as pessoas que delas necessitam ser\u00e3o menos eficazes&#8221;, afirma ele. &#8220;Isso significa que algumas das pessoas mais vulner\u00e1veis poder\u00e3o ter mais dificuldades para enfrentar infec\u00e7\u00f5es pelos v\u00edrus que iremos encontrar neste inverno. Mas, como elas s\u00e3o uma minoria, acho que, infelizmente, nossa tend\u00eancia \u00e9 de menosprez\u00e1-las.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p><strong><br \/>\nAt\u00e9 que ponto a variante XBB.1.5 \u00e9 preocupante?<br \/>\n<\/strong><br \/>\nEm outubro de 2022, cientistas descobriram uma nova variante da covid-19 em circula\u00e7\u00e3o em Nova York, nos Estados Unidos. Ela recebeu o nome de XBB.1.5 e vem sendo descrita em alguns lugares como a &#8220;bisneta da \u00f4micron&#8221;.<\/p>\n<p>Acredita-se que o v\u00edrus tenha se formado quando duas sublinhagens da \u00f4micron infectaram a mesma pessoa e trocaram alguns dos seus genes, de forma a produzir vers\u00f5es ainda mais infecciosas.<\/p>\n<p>Desde a sua identifica\u00e7\u00e3o pela primeira vez, o avan\u00e7o da XBB.1.5 foi r\u00e1pido. No in\u00edcio de janeiro de 2023, ela j\u00e1 havia se espalhado para 28 pa\u00edses. Nos Estados Unidos, ela superou dezenas de outras variantes, at\u00e9 tornar-se uma das mais dominantes, representando cerca de 28% dos casos.<\/p>\n<p>At\u00e9 o momento, a nova variante n\u00e3o parece ser mais letal do que suas concorrentes, mas os cientistas receiam que ela possa continuar a se espalhar em todo o mundo.<\/p>\n<p><strong>Acompanhamento cont\u00ednuo<br \/>\n<\/strong><br \/>\nAs desigualdades originais da pandemia, de muitas formas, s\u00f3 cresceram ao longo da sua progress\u00e3o. Cientistas afirmam que existem medidas que podemos tentar para estancar as trai\u00e7oeiras mortes atuais pelo v\u00edrus.<\/p>\n<p>Mas todas essas medidas precisam de um grau de disposi\u00e7\u00e3o da sociedade a fazer sacrif\u00edcios, que v\u00e3o desde usar m\u00e1scaras no transporte p\u00fablico para romper cadeias de transmiss\u00e3o at\u00e9 aumentar a ventila\u00e7\u00e3o dos edif\u00edcios.<\/p>\n<p>Os epidemiologistas alertam que, se formos complacentes demais para continuar a compreender quem est\u00e1 morrendo pelo v\u00edrus e por qu\u00ea, provavelmente estaremos despreparados se a tend\u00eancia atual se alterar.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;A cada poucos meses, estamos vendo os esfor\u00e7os e o dinheiro sendo aplicados neste tipo de coleta de dados diminu\u00edrem&#8221;, afirma a epidemiologista Emma Hodcroft, do Instituto de Medicina Preventiva e Social da Universidade de Berna, na Su\u00ed\u00e7a. &#8220;Para mim, a quest\u00e3o sempre \u00e9 como ter certeza de que temos dados suficientes para que, se houver uma mudan\u00e7a, possamos realmente observ\u00e1-la. E fazer recomenda\u00e7\u00f5es, advert\u00eancias ou o que quer que precise ser feito.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p>Ao mesmo tempo, os m\u00e9dicos afirmam que, embora todas as mortes sejam tr\u00e1gicas, \u00e9 preciso ter um grau de pragmatismo quando o assunto \u00e9 o impacto da covid-19.<\/p>\n<p>Ustianowski destaca que muitos sistemas de assist\u00eancia m\u00e9dica em todo o mundo possuem recursos limitados. E, embora todas as mortes atuais pelo v\u00edrus pudessem ter sido completamente evitadas se vacinas ou antivirais houvessem sido administrados a tempo, o mesmo tamb\u00e9m vale para muitas mortes por doen\u00e7as card\u00edacas, meningite ou outras doen\u00e7as cr\u00f4nicas.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;Temos interven\u00e7\u00f5es que podem evitar que a sa\u00fade das pessoas se deteriore&#8221;, afirma ele. &#8220;Estamos atingindo todas as pessoas que precisamos? N\u00e3o, nem de longe. Existe ainda espa\u00e7o para melhorar com as interven\u00e7\u00f5es? Sim. Mas voc\u00ea nunca ter\u00e1 uma situa\u00e7\u00e3o perfeita e este \u00e9 o panorama em todas as \u00e1reas do sistema de sa\u00fade.&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;Se pud\u00e9ssemos intervir nas pessoas que fumam com 30 anos de idade, ter\u00edamos menos c\u00e2ncer do pulm\u00e3o e menos doen\u00e7as card\u00edacas mais tarde. Por isso, \u00e9 preciso tamb\u00e9m ter um pouco de realismo nesta quest\u00e3o&#8221;, conclui Ustianowski.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p><\/blockquote>\n<p><em>Leia a <a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/future\/article\/20230110-the-covert-winter-wave-of-covid-19?xtor=AL-73-[partner]-[em.com.br]-[link]-[brazil]-[bizdev]-[isapi]\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">vers\u00e3o original<\/a> desta reportagem (em ingl\u00eas) no site BBC Future.<\/em><br \/>\n<em>Fonte: Estado de Minas<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O coronav\u00edrus praticamente desapareceu do debate p\u00fablico &#8211; mas ainda est\u00e1 causando mortes No final de outubro de 2022, epidemiologistas e especialistas em doen\u00e7as infecciosas de todo o mundo come\u00e7aram a observar uma tend\u00eancia preocupante. Segundo o epidemiologista brit\u00e2nico Adam Kucharski, estava em andamento uma nova onda de covid-19, que vinha passando quase despercebida. 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