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O eSocial é uma realidade, seu hospital já está preparado?

O ano começou prometendo muitas novidades, definição dos rumos da política, retomada da economia, e a implantação do eSocial. A partir de janeiro de 2018, iniciou-se o envio das informações dos empregadores e contribuintes com faturamento acima de R$ 78 milhões de reais, em 1º de julho de 2018, para os demais empregadores e contribuintes. Um projeto integrante do SPED – Sistema de Escrituração Pública Digital, o eSocial foi instituído em uma ação conjunta da Caixa Econômica Federal (CEF), do Ministério da Previdência, INSS, do Ministério do Trabalho e da Secretaria da Receita Federal do Brasil, em 2014. O objetivo é simplificar e unificar o envio das informações fiscais e previdenciárias no Brasil.

Mas como isso impacta em uma empresa de saúde?

No cenário atual o empregador precisa enviar cerca de 15 declarações (mensais e anuais dependendo do porte da empresa) para diversos órgãos; muitas vezes, as informações a serem enviadas são repetidas, gerando um retrabalho para as instituições.

Com a implantação do eSocial diversas obrigações, entre elas o livro de registro do empregado, a CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho, o PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário, a guia de recolhimento do FGTS, entre outros, serão enviados em uma única estrutura de arquivos. Ou seja, essa compilação das informações irá facilitar o trabalho dos profissionais de RH e Departamento Pessoal nas instituições de saúde.

Como e quando, ele será implantado?


Problemas que podem ocorrer na transmissão das informações

  1. Adequação dos cadastros: Muitas vezes os cadastros dos empregados estão com informações erradas, dados desatualizados e até mesmo faltando informações. Algumas dessas inconsistências podem gerar problemas e até mesmo impedir o envio do eSocial. Além disso, outra consequência é a imputação na regra geral de punibilidade dos erros no
  2. Atraso na entrega de informações: o envio das informações nos prazos estabelecidos será fator crucial no cumprimento à normatização. O não cumprimento dos prazos previstos pode gerar sérios problemas trabalhistas para as empresas, de modo geral, inclusive na área de saúde. Os prazos para a implantação do eSocial são apertados e se não houver um apoio dos demais setores será impossível cumprir as datas estipuladas.
  3. Não capacitação dos profissionais: eSocial é a ferramenta que estabelecerá uma gestão unificada e em tempo real entre as empresas e o Governo Federal. Esta comunicação direta com o eSocial,exigirá profissionais cada vez mais capacitados e com atenção totalmente direcionada a atender as exigências, evitando assim advertência e penalidades para a instituição.

Assim, Com a necessidade crescente dos profissionais na busca por conhecimento e cursos para a implantação do eSocial em sua instituição de saúde. A SPDATA, atenta a esse cenário está promovendo cursos e treinamentos para que os profissionais que atuam nas áreas de departamento pessoal e recursos humanos, estejam preparados e consigam fazer a implantação do eSocial de maneira a não afetar o cumprimento a normatização, e entregar as informações dentro dos prazos necessários.

Os cursos, serão desenvolvidos durante as fases de implantação do eSocial nos formatos presenciais e a distância, que possibilitará aos participantes ter acesso às informações de conceito do eSocial; e para os usuários das soluções desenvolvidas pela SPDATA, será disponibilizado treinamento necessário para desenvolvimento das atividades operacionais no sistema, para envio das informações no formato estabelecido no manual.

Quer saber mais informações? Entre em contato conosco e saiba como sua empresa pode se preparar!

 

Fonte: SP Data