Governo de MG cancelou contratação para hospitais de campanha após CGU encontrar indícios de irregularidades

O governo de Minas cancelou o processo de contratação de uma fundação ligada à Polícia Militar, na quinta-feira (4) da semana retrasada, para administrar os Hospitais de Campanha em Belo Horizonte e em Betim após o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) oficiar o Estado afirmando que o acordo possuía indícios de irregularidades. Ao todo, a contratação estava avaliada em R$ 207 milhões para um período de quatro meses de funcionamento dos hospitais. O contrato não chegou a ser assinado.

As supostas irregularidades foram detectadas inicialmente pela Controladoria Geral da União (CGU), que questionou o processo de contratação, sem licitação, da Fundação Guimarães Rosa para a gestão dos dois hospitais de campanha.

A diretoria da entidade é formada por ex-coronéis da PM. Uma vez que a contratação é de responsabilidade da polícia, responsável por montar os hospitais de campanha, haveria, na visão da CGU, possível conflito de interesses e direcionamento.

Veja reportagem completa no portal G1

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