Pela segunda semana consecutiva, Belo Horizonte registra taxas preocupantes de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) exclusivos para pacientes com Covid-19. Desde 21 de junho, os índices estão acima dos 80%, o que é considerado pelo comitê de enfrentamento à doença como “zona vermelha”. O socorro, na tentativa de aliviar o sistema público de saúde, poderá vir da rede particular.
Nessa terça-feira (30), após a cidade confirmar uma ocupação de 87% – índice da última segunda-feira e idêntico ao de domingo –, o prefeito Alexandre Kalil informou que já negocia com hospitais particulares a abertura de novos leitos de Covid – tanto UTI quanto enfermaria e – após o esgotamento na rede pública. A informação foi dada em entrevista à Rádio Itatiaia. Os valores que seriam investidos não foram divulgados.
Sobre as negociações, garantiu que não há dificuldade. “Não tem demora para alugar um hospital pronto. O mais importante é que nós temos o dinheiro”. Conforme o chefe do Executivo, outros 209 leitos de UTI e 263 de enfermaria ainda serão abertos em julho.
“Há um esforço tremendo da prefeitura para que a cidade receba esse bombardeio da melhor forma possível. Aqui existe uma metodologia que será seguida”, acrescentou.
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