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R7 – MG RECORD

CRISE NAS SANTAS CASAS DE MINAS PREOCUPAM GESTORES

Um pedido de socorro: é esse o apelo feito pelos gestores das Santas Casas em Minas Gerais para manter os atendimentos. De acordo com a presidente da Federação das Santas Casas, Kátia Rocha, a dívida do governo do Estado com as instituições de saúde chega a R$ 7 bilhões.

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ITATIAIA

DÍVIDA DO GOVERNO COM SANTAS CASAS E HOSPITAIS FILANTRÓPICOS PASSA DE R$ 600 MILHÕES

A presidente do Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Minas Gerais (Federassantas), Kátia Rocha, destacou que “desde 2016, quando nós começamos a participar das reuniões do Ministério Público Estadual, junto com o procurador-geral de Justiça, nós já alertávamos que a situação de Minas Gerais, se não fosse trabalhada criando um fluxo financeiro de pagamento para essas instituições, mesmo em momentos de crise, que a coisa ia se agravar muito”, pontuou.

Para Kátia Rocha, “hoje nós estamos prestes a viver um colapso em todo o estado de Minas Gerais”. Ela destacou que em novembro de 2017, a Federassantas foi à Justiça “não apenas em prol dos hospitais (Filantrópicos), mas também em prol de toda coletividade que demandam do Sistema Único de Saúde (SUS)”.

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YAHOO NOTÍCIAS 

CALAMIDADE FINANCEIRA DE MG DEIXA SAÚDE PÚBLICA PRÓXIMA DE COLAPSO

Com atrasos em repasses que ultrapassam R$ 4 bilhões, nos últimos dois anos a área da saúde chegou próxima ao colapso. Os problemas do setor são constatados pelos principais candidatos a governadores do estado, que citam em seus planos de governo a necessidade de melhora urgente na qualidade do serviço prestado á população. No entanto, para emplacar suas propostas e reverter o quadro caótico, os candidatos admitem que é preciso primeiro equilibrar a situação fiscal mineira.

Para a presidente da Federação dos Hospitais Filantrópicos de Minas Gerais, o principal compromisso que os candidatos deveriam assumir durante a campanha era de “tratar a saúde com a seriedade que o setor exige”. “Não dá mais para termos indicações políticas partidárias nos cargos da saúde. Nessa área não dá para ter amador. Colocar apadrinhados políticos que não tem conhecimento técnico em cargos de decisão é um desastre para a saúde pública”, opina Kátia Rocha.

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JORNAL HOJE EM DIA 

SEM VERBA E ENDIVIDADAS, SANTAS CASAS DE MINAS AMEAÇAM REDUZIR ATENDIMENTO

O sistema de saúde em Minas respira por aparelhos.Com o atraso de R$ 1 bilhão no repasse do Estado a 320 hospitais filantrópicos, as Santas Casas mineiras decidem em 3 de agosto se restringem o atendimento ao SUS, inclusive na urgência e emergência.

O cálculo da dívida é da Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Minas Gerais (Federassantas), que aponta que o Estado deve R$ 5,5 bilhões à saúde em geral em Minas. O governo diz não ter contabilizado o tamanho do rombo.

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ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE MINAS GERAIS 

ENTIDADES DENUNCIAM FALTA DE RECURSOS PARA A SAÚDE

Em audiência pública da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), representantes de hospitais e entidades ligadas à área da saúde discutiram o passivo do governo do Estado, que não estaria repassando os valores devidos aos prestadores de serviço.

Para Kátia Rocha, presidente da Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Minas Gerais (Federassantas),  o recurso à Justiça só aconteceu depois de todas as negociações administrativas terem falhado.

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JORNAL ESTADO DE MINAS

HOSPITAIS FILANTRÓPICOS ESTÃO À BEIRA DE UM COLAPSO EM MINAS GERAIS

Neste domingo (03/04), o jornal Estado de Minas publicou uma reportagem especial sobre os efeitos da crise financeira dos hospitais filantrópicos para o atendimento ao SUS. Nesta matéria, a presidente da Federassantas, Kátia Rocha, falou sobre a origem desta crise e outras questões relacionadas ao financiamento dos filantrópicos.

Além da participação da presidente, a reportagem trouxe, também, informações do portal Transparência SUS, uma ferramenta desenvolvida pela Federassantas que reúne dados do portal DataSUS.

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PORTAL G1

HOSPITAIS DO SUL DE MINAS PROTESTAM CONTRA ATRASO NO REPASSE DE RECURSOS DO SUS

Funcionários de hospitais filantrópicos de Minas Gerais iniciaram um protesto na manhã desta sexta-feira (26) cobrando a regularização do repasse de verbas do Sistema Único de Saúde (SUS) feito pelo Governo de Minas Gerais. Segundo a Federassantas (Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Minas Gerais), 20 unidades de saúde aderiram ao movimento em todo o estado. No sul de Minas, foram registradas manifestações em Passos (MG), Poços de Caldas (MG), Pouso Alegre (MG), Itajubá (MG), Campo Belo (MG), Campestre (MG) e Botelhos (MG).

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JORNAL TRIBUNA DE MINAS 

FILANTRÓPICOS DENUNCIAM ATRASO E DEFASAGEM NOS PAGAMENTOS

Com o objetivo de denunciar os problemas financeiros pelos quais os hospitais filantrópicos de Minas Gerais estão passando, a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora e a Associação Feminina de Prevenção e Combate ao Câncer (Ascomcer) participaram de uma ação coletiva durante essa sexta-feira (26). Faixas pretas foram anexadas às fachadas das instituições, representando o luto pela “morte” dos hospitais mineiros, caso os problemas não sejam solucionados. Proposta pela Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do estado (Federassantas), a ação aconteceu em diversas cidades e tem como foco conscientizar a população sobre a possibilidade de fechamento das instituições.

De acordo com dados da Federassantas, falta dinheiro para a compra de materiais básicos como medicamentos, material de limpeza, macas, máquinas de raio-X e para pagar os funcionários e profissionais de saúde.

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TV GLOBO MINAS – MG TV 1ª Edição

Em reportagem exibida hoje no MG TV 1ª Edição, sobre demora e suspensão de cirurgias eletivas por atraso de pagamentos do poder público aos hospitais filantrópicos, a presidente da Federassantas, Kátia Rocha, falou sobre a possibilidade de judicialização para evitar prejuízos à população e às instituições de saúde.

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REDE TV NEWS

HOSPITAIS EM MINAS GERAIS PASSAM POR CRISE FINANCEIRA

Em reportagem exibida no jornal Rede TV News (28/03), a presidente da Federassantas, Kátia Rocha, falou sobre a crise financeira enfrentada pelos filantrópicos no estado. O atraso dos recursos públicos tem sido o principal motivo de endividamento dos hospitais que ofertam serviço ao SUS. O programa foi exibido em rede nacional.

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JORNAL HOJE EM DIA

DEBANDADA DE USUÁRIOS DOS PLANOS DE SAÚDE AUMENTA PROCURA PELO SUS EM BH

“A proposta, não foi bem recebida pelas entidades representativas dos hospitais e dos profissionais de saúde. Para a presidente da Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Minas Gerais (Federassantas), Kátia Rocha, a aposta nos planos populares pode ser perigosa. “É uma alternativa para fazer com que esse cidadão que perdeu o emprego busque um plano de qualidade inferior. Mas por que não investir diretamente em saúde pública, ao invés dos planos populares?”, questiona.”

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