19 de setembro, 32 anos do Sistema Único de Saúde

19 de setembro, 32 anos do Sistema Único de Saúde

No dia 19 de setembro de 1990 nascia oficialmente o SUS – Sistema Único de Saúde, a data é um marco para o Brasil. O Sistema Único é garantido pela constituição e foi criado para ter abrangência universal e acesso democrático, atendendo mais de 150 milhões de brasileiras e brasileiros.

Os principais princípios do SUS são:

– Universalidade: direito a todo cidadão aos serviços públicos de saúde;

– Integralidade: atendimento as necessidades de saúde de forma integral;

– Equidade: toda pessoa é igual perante ao SUS, contudo, o atendimento é realizado de acordo com as necessidades de cada um;

– Participação Social: a população participa do processo de formulação e avaliação das políticas de saúde e do controle de sua execução.

Com esses princípios, o SUS vem se constituindo em uma política pública complexa, generosa e solidária. E possui uma ampla rede de oferta de ações e serviços de saúde que abrangem múltiplas dimensões, como por exemplo: cuidados primários, urgência e emergência, atenção especializada, medicamentos, cirurgias, reabilitação, exames e etc.

A Presidente da Federassantas, Dra. Kátia Rocha, comemora a existência do SUS: “Comemorar a existência do SUS se equivale a comemorar a existência digna de cada um dos nossos brasileiros que, não obstante toda a desigualdade ainda experimentada na nossa sociedade, é na assistência à saúde que os anseios de uma sociedade mais justa e solidária tem reais chances de se concretizar na medida em que todos lutarmos pelo seu constante crescimento, fortalecimento e financiamento adequado”.

A importância das Instituições Filantrópicas para o SUS

As instituições filantrópicas são entidades sem fins lucrativos e têm a intenção de propagar ações de interesse público. Para se ter uma ideia, os hospitais filantrópicos são responsáveis por, em média, 116 mil leitos públicos do país.

Sem a existência dessas instituições, os estados e municípios brasileiros não conseguiriam promover o acesso universal a saúde. Apesar dos problemas de subfinancimento, os hospitais filantrópicos resistem e garantem um atendimento humanizado e digno para toda a população e o papel de todo cidadão é defende-lo e valorizá-lo.

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